
A COE/Itaú se reuniu, nesta segunda-feira (15/9), com o Itaú para tratar de demissão de mais de 1.000 funcionários pelo banco. A representação dos trabalhadores cobrou informações sobre como foi feito o monitoramento aos empregados demitidos, uma vez que muitos deles disseram que trabalhavam conforme a rotina de trabalho exigia e que até teriam recebido promoções e prêmios pelos resultados obtidos.
O banco se negou a rever as demissões.
O movimento sindical vai continuar com as atividades de denúncia e protesto contra as demissões e ingressará com ação na Justiça.
Faremos atividades e ingressaremos com ação na justiça.
Ceará
O Sindicato dos Bancários do Ceará também denunciou ao Ministério Público do Trabalho a demissão em massa que aconteceu no mês de junho, portanto antes das demissões de São Paulo, quando foram desligados cerca de 45 funcionários de uma só vez, o que equivale a 10% do quadro de funcionários no Estado. O caso segue em segredo de justiça.
Fonte: Contraf-CUT









