Bancários cobram avanços em negociação com BNB sobre remuneração

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O PCR e o PFC foram os principais itens discutidos na reunião de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Direção do BNB ocorrida no último dia 15/9, em Fortaleza. As distorções são gritantes. Há caixas substitutos há 11 anos que ainda não foram efetivados. Não se apresenta solução para a função de gerente Pronaf. Mas o Sindicato defende um novo PCR com 36 níveis, elevação do piso e redução do tempo para promoção por merecimento e antiguidade.


Com essa rodada de negociação, as entidades sindicais concluíram a fase de apresentação das reivindicações da Campanha 2014. Ao longo de quatro reuniões, o SEEB/CE, sob a coordenação do Comando Nacional, defendeu as demandas dos funcionários, focando os temas Saúde, Previdência e Condições de trabalho; Segurança, Emprego e Igualdade; PLR e piso; e Plano de Cargos e Remuneração e Plano de Funções em Comissão.


“Reforçamos a importância da remuneração, a começar pelo piso, a fim de que seja pelo menos igual ao valor pago aos empregados da Caixa Econômica Federal”, afirma Carlos de Souza, secretário-geral da Contraf-CUT. “Os funcionários do BNB precisam de um piso valorizado para fortalecer a carreira no banco”, salienta.


Os dirigentes sindicais cobram também a instalação do sistema de ponto eletrônico, pagamento do vale-cultura e da PLR de 2012, solução previdenciária para o plano de benefício definido (BD) da CAPEF, concessão da licença prêmio para todos os funcionários que ainda não usufruem esse direito e custeio integral das despesas da CAMED naquilo que exceder as receitas oriundas dos descontos em folha.


Nova negociação deve acontecer nesta semana, em Fortaleza.


“A elevação do piso, a redução do tempo para promoção e a elevação da quantia de níveis do PCR é o melhor caminho para combater as distorções de funções e salários no Banco”
Tomaz de Aquino, diretor do Sindicato e coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB