Bancários cobram segurança e igualdade, mas BB não sinaliza avanços

8


Representantes dos trabalhadores reuniram-se com integrantes da direção do Banco do Brasil para debater segurança, igualdade de oportunidade e isonomia. As negociações no dia 31/8, objetivaram a renovação do acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O BB não sinalizou com avanços no atendimento às reivindicações.


Os representantes dos trabalhadores cobraram a instalação de portas de segurança em todas as agências e os integrantes do BB afirmaram que há um compromisso do conselho diretor de que nenhuma unidade nova será aberta sem o dispositivo. O banco também sinalizou com a ampliação do monitoramento e abertura remota do cofre, e ampliação de caixas eletrônicos com tintura de cédula, a fim de inibir explosões e assaltos.


Deslocamento noturno – Também foram discutidos avanços no auxílio para deslocamento noturno, como o ressarcimento integral das despesas com transporte para quem tem jornada de trabalho que termine entre meia-noite e 7h e aos credenciados pela Câmara de Compensação. O banco declarou que discutirá essa cláusula no âmbito da Fenaban e alegou que paga o valor de R$ 84,95 de adicional para funcionário.


Pessoas com deficiência – Foi cobrado que o banco se adeque à Convenção sobre os direitos das Pessoas com Deficiência da ONU. Foi reivindicado estacionamento exclusivo para PCDs nas unidades do banco, que ficou de verificar a possibilidade. Cobraram auxílio-dependentes com deficiência cumulativo com o auxílio creche/babá. Representantes do BB alegaram impedimento devido à legislação, mas que o banco pode estudar um novo auxílio que contemple este pedido. E sinalizou com a possibilidade de abrir mesa temática junto com Apabb e Contraf-CUT.


O movimento sindical também quer a isenção de tarifas e anuidades e juros mais baixos para os bancários. O banco respondeu que está estudando essa possibilidade e também baixar taxas de juros e cheque especial. Com relação aos 15 minutos de intervalo obrigatório e não remunerado para as mulheres, o Banco do Brasil justificou que irá discutir a questão na mesa da Fenaban.