Bancários e outras categorias se declaram contra o golpe e a favor da democracia!

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Diversas categorias de trabalhadores lançaram na última semana manifestos em defesa da democracia e contra o golpe. Bancários, jornalistas, médicos, advogados, professores e movimentos populares organizados assumiram posicionamentos públicos em defesa do Estado Democrático de Direito. Além de denunciar o golpe, travestido de impeachment, os trabalhadores estão mobilizando suas bases, unificando todos na luta contra o golpe.


Os bancários do Ceará, em manifesto divulgado na semana passada, acreditam que, diante de um possível golpe de estado, os mais prejudicados serão os trabalhadores que podem ver usurpados vários de seus direitos garantidos por lei. Se o Congresso Nacional cassar o mandato da presidenta Dilma Rousseff, eleita democraticamente pelo votar popular, centenas de projetos de lei que retiram direitos conquistados, podem ser votados imediatamente. Quem desejar subscrever o documento, pode enviar seu nome para o e-mail: bancarioscontraogolpe@gmail.com.


O grupo “Juristas pela Legalidade e pela Democracia”, um movimento surgido após o presidente da OAB Ceará de divulgar um documento apoiando o processo de impeachment da Presidenta Dilma, lançou um documento assinado por centenas de advogados cearense denunciando a tentativa de golpe em curso no Brasil e a violação dos direitos de exercício profissional da categoria.


Já os jornalistas, através do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Ceará (Sindjorce) e Fenaj, realizaram um abaixo assinado denunciando o golpe jurídico midiático e cobrando das empresas de comunicação a imediata retomada da prática do jornalismo ético e responsável. Para assinar o manifesto, os jornalistas podem fazer virtualmente, direto no link do documento https://goo.gl/Q7oq80.


Um grupo de médicos cearenses apartidários criou oficialmente o “Movimento Médicos pela Democracia”. Eles defendem a Democracia e a manutenção do Estado Democrático de Direito.

Acesse nosso site para ver os projetos que prejudicam os trabalhadores: http://goo.gl/4f5a8h.