Banco apresenta proposta de teto no Saúde Caixa; entidades são contra

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A Caixa Econômica Federal está empenhada em mudar o modelo de custeio do Saúde Caixa. Para isso, poderá, inclusive, mudar o estatuto da empresa, estabelecendo um teto de 6,5% da folha de pagamento anual como limitador para despesas com o plano. A proposta pela CEE/Caixa ao Comando Nacional.


Atualmente contemplada pelo ACT, com vigência até 31/08/2018, a regra de custeio do Saúde Caixa prevê que os procedimentos assistenciais sejam custeados em 70% pelo banco e 30% pelo conjunto dos trabalhadores. Ao impor mudanças no custeio, o objetivo do governo é reduzir as provisões que o banco é obrigado a fazer.


Além de contestar mudanças no modelo de custeio, as entidades representativas dos empregados se posicionaram contrárias ao reajuste das mensalidades, anunciado em janeiro, que foi suspenso por força de liminar. O valor das mensalidades passaria de 2% para 3,46% da remuneração base, o percentual de coparticipação seria elevado de 20% para 30%, e o limite de coparticipação anual de R$ 2.400,00 sofreria reajuste para R$ 4.209,05.