Becista conta em verso e prosa trajetória do pai pelo sertão cearense

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Em verso e prosa, a trajetória de uma família que percorreu vários pontos do sertão cearense em busca de melhores condições de vida para todos, até chegar à capital, Fortaleza. Assim se apresenta o livro Mãos Que Não Morreram – História de Manoel Duarte, da funcionária do BEC/Bradesco, Zenaide Duarte. O livro homenageia o pai da autora, há 25 anos falecido, mas dono de uma história de força e fé que retrata o ambiente em que vive o sertanejo, sobretudo na Serra da Meruoca.


A partir da própria história, Zenaide narra em versos de sete sílabas, assemelhando-se aos cordéis que o pai costumava ler, a saga do pai, Manoel Duarte Barbosa, pessoa simples, que em sonho admitia ter morrido, mas as suas mãos não: tudo que ele deixara e construíra sobrevivera – família, bens, além dos seus ensinamentos morais e religiosos.


“Foram três anos pesquisando, indo aos lugares onde ele viveu, coletando histórias e documentos”, revela Zenaide acrescentando a importância de se conhecer nossas origens. “É um incentivo para que as pessoas conheçam as histórias de seus pais e se orgulhem dela”, destaca. A partir da história do pai, ela traça o retrato de todos os lugares por onde ele passou e o que venceu para criar sua família.


Quem se interessar pode adquirir o livro, que custa R$ 30,00, através dos telefones: 85 3279 2793 (Zenaide Duarte) ou 9.9930 0300 (Mariana Duarte).