Caixa de assistência dos funcionários do BB completa 69 anos

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A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) completou 69 anos de existência no dia 27/1. O plano de saúde conta atualmente com 700 mil participantes em todo o País.


Segundo Mirian Fochi, diretora eleita de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes, a história da Cassi é marcada por importantes conquistas para o conjunto do funcionalismo e são muitos os projetos em andamento na sua pasta para avançar ainda mais. “No nosso entendimento, essas mudanças possibilitarão um melhor relacionamento com associados e prestadores de serviço, além de maior eficiência na gestão”, resume a diretora.


Mirian considera que a Cassi é uma das maiores conquistas do funcionalismo do Banco do Brasil. Sua atuação é modelo assistencial e referência para todo o País. A gestão própria garante maior cobertura a um custo menor tanto para os funcionários quanto para o Banco do Brasil. Não por acaso, mais de 70% do funcionalismo do BB atribuem à Cassi o grande motivador para continuar no banco. “O cuidado com a saúde é um dos principais requisitos para as pessoas terem uma boa qualidade de vida e, nesse sentido, a Cassi tem um papel fundamental junto ao funcionalismo, em todos os seus ciclos de vida. A proposta assistencial, diferente da maioria dos planos existentes no mercado, contempla não só as ações curativas, mas principalmente a promoção da saúde e a prevenção de doenças”, avalia.


Conquistas – Mirian Fochi analisa que muitas foram as conquistas ao longo da existência da Cassi. A conquista, em 1980, que deu às funcionárias o direito de inscrever seus maridos ou companheiros como beneficiários do Plano de Associados; a implementação da gestão compartilhada com indicados e eleitos na Diretoria, no Conselho Deliberativo e no Conselho Fiscal a partir de 1996; a criação, em 1997, do plano Cassi Família, das CliniCassi; a criação dos Conselhos de Usuários em 1999; a política de assistência farmacêutica e o lançamento de inúmeros programas de saúde. “Também fomos o primeiro plano de saúde a reconhecer os homoafetivos como dependentes”, disse, destacando que também houve importantes avanços nos processos internos e nos mecanismos de controle da Cassi.