COE cobra solução sobre plano de saúde

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A Comissão Organizativa dos Empregados (COE) do Santander se reuniu com a direção do banco, na terça-feira (7/3), para solucionar os problemas gerados pela troca do plano de saúde dos funcionários pelo Santander. Após ouvirem os esclarecimentos sobre a mudança do Bradesco Seguros para SulAmérica Saúde e da Unimed para Uniplan, os dirigentes sindicais cobraram que não existam quaisquer prejuízos aos trabalhadores.


Com a mudança da operadora, a coparticipação subiu de 20% para 25% em consultas, exames simples, terapias e atendimentos de emergência e, a partir da sétima consulta, essa cobrança vai a 30% sem que haja teto e sendo ainda por dependente.


Como o banco se recusou a atender a reivindicação de que os percentuais de coparticipação não sofressem aumento, a COE cobrou que ao menos os atendimentos emergenciais não entrem nessa contagem. O banco ficou de estudar a proposta. Sobre atendimentos em psicólogos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos, o Santander esclareceu que a coparticipação será mantida sempre em 25%.


Outra queixa dos bancários diz respeito aos níveis dos novos planos. Muitos funcionários que tinham planos de nível superior, por opção própria, foram realocados conforme seu cargo e salário e não têm a opção de fazer o upgrade do seu plano mesmo se quiserem pagar mais por isso. Já os funcionários contratados a partir de 1º de março deste ano foram enquadrados no plano de saúde conforme seu cargo e salário, mas a cobrança da mensalidade é feita pela faixa etária.


O Santander enfatizou que nada mudou e que não houve prejuízos aos trabalhadores. Porém a rede credenciada mudou e, em inúmeros casos, foi reduzida significativamente. Portanto, a COE cobrou na reunião a ampliação em 30 dias, a contar de 7 de março, do prazo para indicações de médicos, hospitais e outros serviços para as redes da Sul América e Uniplan. É fundamental que seja mantida, ou ampliada, a rede credenciada que os funcionários do Santander tinham acesso antes da troca de operadora.