Comissão de Empresa discute programa AGIR

61

Dando seqüência ao processo de negociação permanente, a Comissão de Empresa dos Funcionários do Itaú (COE/ITAÚ) reuniu-se no dia 5/6 com a representação do banco em São Paulo, com o objetivo de ver a apresentação do AGIR.

Esta apresentação trata-se de uma reivindicação histórica do movimento sindical, que desde a implantação do AGIR em 1990, solicitava junto ao banco detalhes sobre o mesmo. A apresentação se deu na forma conceitual, sem nenhum aprofundamento mais detalhado, o que o banco justificou tratar-se de um segredo estratégico. O AGIR para o banco é uma ferramenta estratégica para alcançar seus objetivos. Este programa de qualidade total é composto de 20 indicadores de produção, indicadores esses que não foram mencionados, nem qual o nível de peso de cada um na pontuação do referido programa.

Para o representante da COE Itaú no Nordeste, Ribamar Pacheco, “em síntese, apesar da explanação ter sido superficial, podemos considerar que foi um avanço nas nossas negociações, pois conseguimos romper com uma intransigência que vinha desde a implementação do AGIR (1990), e que à luz do que foi apresentado e com os reflexos que o mesmo vêm ocasionando aos funcionários do banco, iremos elaborar ações para dar-mos continuidade na defesa dos direitos dos funcionários”.