Comissão Nacional cobra assinatura do acordo e denuncia assédio moral

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A assinatura do acordo coletivo, pagamento do Adicional da PLR, Plano de Funções, assédio moral e licença-prêmio foram alguns dos assuntos tratados na negociação entre a Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB/Contraf-CUT) e o presidente do BNB, Roberto Smith, ocorrida dia 20/4.


A Comissão Nacional cobrou a assinatura do acordo coletivo e o banco afirmou a possibilidade de assinatura até 30/4. Outra questão discutida foi o ponto eletrônico cujo modelo-piloto deve ser apresentado pelo banco na próxima negociação, dia 25/5.


Com relação ao pagamento do adicional da PLR, previsto no acordo da Fenaban, Smith ficou de avaliar como isto pode ser feito do ponto de vista jurídico, já que a PLR está limitada a uma folha. A questão voltará à discussão na próxima negociação. O retorno da licença-prêmio foi reivindicado mais uma vez. O argumento da CNFBNB foi que, a partir da Resolução nº 9 do DEST, o benefício foi retirado arbitrariamente no BNB e o banco ficou de analisar juridicamente o pedido.


A CNFBNB aproveitou a oportunidade para denunciar casos de assédio moral recorrentes no banco e pediu que o BNB faça uma advertência a todos os seus gestores para coibir o assédio. A CNFBNB solicitou ainda a relação de todos os funcionários que estão substituindo funções há mais de seis meses e a sua efetivação automática a partir desse período.


Quanto ao Plano de Funções, a CNFBNB apresentou divergências em alguns pontos. Será estabelecida uma agenda de conversas para fechar a questão.


A implantação do plano de previdência dos novos funcionários e “descapefados” foi cobrado e o presidente do banco informou que o plano já se encontra no Ministério da Fazenda e que envidará esforços em Brasília para agilizar sua implementação. Quanto à ação da equiparação, os representantes dos funcionários pediram alguma sinalização do banco – assunto que ficou para a próxima negociação. Por fim, a CNFBNB ressaltou para o presidente a necessidade de uma agenda de reuniões com a Presidência, independente das negociações permanentes.