Dados atualizados da Previ são transmitidos aos funcionários do BB

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O diretor de Seguridade da Previ, Ricardo Sasseron, esteve no auditório da Superintendência do Banco do Brasil, dia 17/9, num encontro com os funcionários do BB. Na ocasião, os bancários foram informados sobre as atuais situações dos planos, contribuições e benefícios abrangidos pela previdência do banco.


O assunto mais debatido foi o superávit acumulado. Em julho do ano anterior, a cifra era R$ 62.081.062. Um ano depois, no entanto, o valor acumulado caiu para R$ 43.685.067. De acordo com o diretor do fundo, a razão desta queda está na crise vivida no mercado mundial. “60% do dinheiro do fundo é aplicado em ações. A crise nos EUA causou impacto na Previ”, afirmou Sasseron. O diretor explicou que, devido à crise, foi preciso retirar R$ 18.447 milhões do superávit para apropriá-los em benefícios para os associados no período 2006/2007. Sasseron procurou, contudo, frear as preocupações. “A crise não nos coloca em risco devido ao superávit acumulado, que é expressivo. As empresas brasileiras estão bem. A tendência é a recuperação. Ainda sobra valor razoável do superávit da Previ”, enfatizou.


Quanto à Caixa de Pecúlios (Capec), os dados mostraram que houve a adesão de mais de 800 pessoas. Conforme Sasseron, a mensalidade do BB é inferior às taxas cobradas pelos concorrentes.


No momento, afirmou o diretor, está em negociação a destinação do superávit: o reajuste de 8% com valor mínimo de R$ 500,00 (ativos e aposentados), custa R$ 10,2 milhões; suspensão das contribuições e o aumento do teto de benefícios para 100%, cálculo ainda não contabilizado.


O diretor ressaltou que a Previ buscará as melhores condições para os seus associados. “Queremos garantir que o aposentado receba os benefícios por toda a vida e não tenha esse direito comprometido”, finalizou.