Direção do BNB mantém silêncio sobre PCR e PR

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A direção do BNB tem dado o silêncio como resposta às principais reivindicações do seu funcionalismo, particularmente no que se refere ao Plano de Cargo e Remuneração (PCR), à Participação nos Resultados (PR) e ao fechamento do Acordo Coletivo do Trabalho 2005/2006.

A Comissão Nacional dos Funcionários do BNB (CNFBNB/CNB-CUT) tem procurado incessantemente a Superintendência de Desenvolvimento Humano para uma nova reunião de negociação, mas à resposta é sempre a mesma: não há novidade que justifique o agendamento de um novo encontro negocial.

“A última reunião de negociação entre a CNFBNB e o Banco foi há quase dois meses e a situação está se tornando insustentável”, afirma o coordenador da CNFBNB Tomaz de Aquino, que cobra da direção da empresa maior transparência sobre as razões pelas quais o PCR e o Acordo 2005/2006 ainda não foram autorizados pelo DEST.”O que está havendo por trás de toda esta demora?” indaga Aquino, acrescentando ser melhor para todos que o Banco venha a público se manifestar sobre essas questões que tanto incomodam o funcionalismo.

Quanto à campanha pela Participação nos Resultados, Tomaz de Aquino informa que, a despeito de continuar buscando a via negocial, as entidades não vão deixar de dar seguimento às reivindicações justas dos funcionários e espera que a demora na retomada das negociações não seja represália do Banco devido à campanha.