EMPREGADOS COBRAM O FIM DOS ABUSOS NO PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO

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A Contraf-CUT cobrou da Caixa, dia 28/6, a suspensão da reestruturação promovida pelo banco que afeta mais de mil bancários de áreas meio em todo o país. A medida foi tomada unilateralmente, sem negociação com o movimento sindical, o que fere cláusula do Acordo Coletivo de Trabalho. A Caixa alega que não está descumprindo o ACT, porque não considera uma reestruturação.


Os representantes dos empregados propuseram que antes de promover um processo arbitrário de reestruturação, a Caixa abra a possibilidade de os trabalhadores, de forma voluntária, se transferirem para as agências. A Caixa respondeu que tomará essa medida em uma eventual nova reestruturação.


A Caixa não se dispôs a resolver de forma geral os problemas e nem a suspender a reestruturação, e se dispôs a ver de forma pontual os descomissionamentos. Por isso, orientamos os empregados da Caixa a procurarem o Sindicato para denunciar possíveis abusos durante o processo de desestruturação do banco.


DESRESPEITO CONTINUA – O desrespeito da Caixa com os empregados ficou ainda mais claro dia 1º/7, quando o banco não enviou nenhum representante para a mediação com o Ministério Público do Trabalho que busca a suspenção da reestruturação. As entidades buscaram o MPT na tentativa de avançar nas negociações e solucionar os problemas. A Caixa, ao invés de comparecer à audiência, pediu que ela fosse adiada. Uma nova audiência foi marcada para o dia 8 de julho.