Governo Lula promove crescimento com redução da pobreza no país

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Inflação baixa e sob controle, aumento do emprego formal, números recordes da balança comercial e aumento do poder de compra da população e de renda dos trabalhadores são realidade hoje no país. Além disso, em 2005, o Brasil saltou da 15ª para 11ª posição no ranking das maiores economias do mundo, conforme a consultoria Austin Rating a partir de dados de 155 países fornecidos pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

“Passados três anos, já podemos constatar que já há um quadro de estabilidade assegurada. O Brasil deu início a um ciclo de desenvolvimento continuado, com as características de crescimento econômico, distribuição de renda, geração de empregos e redução da pobreza”, disse o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Redução da desigualdade – A política econômica adotada pelo governo federal contribuiu para a melhoria de um dos indicadores mais significativos para a população brasileira: a desigualdade de renda. A última Pesquisa Nacional por amostra de Domicílio (PNAD) divulgada pelo IBGE, mostrou que em 2004 o índice Gini, que mede a desigualdade de renda, foi o mais baixo desde 1981.

O aumento do valor do salário mínimo, a queda da inflação, o crescimento do emprego foram alguns dos fatores que estão permitindo a recuperação do poder de compra do brasileiro. Entre 2003 e 2006, o salário mínimo vai acumular crescimento do valor nominal de 75% e incremento do valor real de 25,3%, saindo de R$ 200 para R$ 350. O salário mínimo atualmente permite a aquisição de quase duas cestas básicas.

O nível de emprego com carteira assinada também apresentou crescimento significativo: nos últimos três anos, foi registrada a média mensal de 100 mil novos empregos celetistas no país.