II Congresso Internacional de Direito Sindical será de 2 a 4 de abril

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Em face do sucesso obtido no 1º Congresso Internacional de Direito Sindical, realizado em abril/2013, em Fortaleza, e da troca de experiência entre todos os congressistas, com inegável aprendizado mútuo, o Ministério Público do Trabalho e o Fórum das Centrais Sindicais do Ceará tomaram a iniciativa para que acontecesse uma nova versão do evento neste ano, também em Fortaleza. E, assim, surgiu a idealização do 2º Congresso Internacional de Direito Sindical, voltado para discutir o diálogo social, de 2 a 4 de abril próximo, no Hotel Oásis.


No Ceará, manifestaram apoio ao evento as Centrais Sindicais: CUT, CTB, Força Sindical, UGT, CSP-Conlutas e Nova Central.  A organização do evento aguarda um público aproximado de 1.500 participantes.


Dentro da programação estão debates sobre importantes temas, como os modelos de composição, as negociações coletivas, os conflitos coletivos de trabalho, as reformas trabalhista e sindical, a condição humana do trabalhador, a relação dos sindicatos com o Estado, o papel do Ministério Público, do Poder Judiciário e do Ministério do Trabalho e Emprego, e a aplicação de algumas Convenções Internacionais no Brasil. O evento terá a participação de peritos da Organização Internacional do Trabalho (OIT).


Inscrições – As inscrições serão feitas eletronicamente, no período de 17/02/2014 a 10/03/2014, mediante preenchimento de formulário próprio, por meio das entidades parceiras ou de apoio, a quem foram destinadas vagas para distribuição com seus associados.

Outras informações:

www.prt7.mpt.gov.br/congresso, pelos telefones

(85) 3462-3400/ 3462-3432 ou pelo email congressompt@yahoo.com.br.


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Capital e Trabalho: o diálogo social justo


Os conflitos contemporâneos relacionados ao mundo do trabalho somente poderão ser compreendidos a partir de uma análise de comportamento sociocultural da classe trabalhadora. No perfil atual, a velha máxima “capital x trabalho”, tão camuflada por aqueles que querem a permanência da concentração de poder e renda, se consolida com a falta de conhecimento por parte dos trabalhadores e agrava-se pela manipulação da grande mídia, a serviço da burguesia e do capital. Assim, impedindo o diálogo social justo.


Nesse cenário, convém destacar que as centrais sindicais compreendem que a luta de classes e o nível de compreensão dos trabalhadores acerca das formas de governo, não foi e nunca será a saída para termos um mundo com garantia de inclusão social.


Não obstante os avanços advindos com a social democracia, atualmente, ainda se apresenta como grande desafio o despertar da consciência de classe, como forma de silenciar aqueles que dizem que os maiores instrumentos dos trabalhadores, que é a greve e o sindicato, estão falidos. Pelo contrário, inquestionavelmente, são estes dois instrumentos que farão a classe trabalhadora cada dia mais forte.


Clécio Morse, diretor do Sindicato dos Bancários do Ceará e representante da CTB