Lançada no Ceará campanha "Mais Bancários para a Caixa"

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Com distribuição de café da manhã para a comunidade, os diretores do Sindicato dos Bancários do Ceará (SEEB/CE), juntamente com a APCEF/CE, realizaram o lançamento da campanha “Mais empregados para a Caixa – Mais Caixa para o Brasil” no Estado. A concentração aconteceu na manhã de terça-feira, dia 13/11, na agência da Praça do Ferreira, Centro de Fortaleza e teve a participação do presidente do SEEB/CE, Marcos Saraiva, do presidente da APCEF/CE, Laércio Alencar, do representante da AGCEF, Francimar Godeiro, do presidente da AEAP, Alípio Leitão e outros empregados da Caixa e diretores do SEEB/CE.

Durante o ato, a população recebeu o manifesto que expressa os motivos da mobilização. Segundo o documento, o Banco precisa de mais empregados devido à mudança de perfil nos últimos anos. “Houve incremento das políticas públicas, da bancarização e da expansão do crédito. As oportunidades oferecidas pelo mercado geram cotidianamente novos desafios à atuação da empresa na área comercial”.


Ainda de acordo com o manifesto, o contingente atual de trabalhadores é inferior ao de cinco anos atrás. “Em 2002, o quadro de pessoal próprio era de 55.691 empregados. Somando-se terceirizados, estagiários e menores-aprendizes, o total de trabalhadores era de aproximadamente 104 mil. Embora o quadro próprio tenha subido para 58.275, em 2005, e para 73.386, em abril deste ano, o número total de trabalhadores foi decrescente: caiu para 101.744, em 2005, e para 100.816, no final do primeiro trimestre de 2007”.

O presidente do SEEB/CE e empregado da Caixa, Marcos Saraiva, ressaltou a importância da campanha para a consolidação da Caixa como um banco a serviço do povo brasileiro. “Lutamos pelo aumento do número de contratações para melhor servirmos à sociedade”. Já o diretor do SEEB/CE e funcionário do Banco do Brasil, Carlos Eduardo, afirmou que o papel da Caixa é o de “uma empresa pública com papel social”.


O representante da Comissão dos Concursados da Caixa Fortaleza (de 2004), Paulo Lisboa, aproveitou a ocasião para exigir do banco maior agilidade na convocação dos aprovados no último concurso. Segundo ele, para Fortaleza só foram chamadas 267 pessoas, enquanto em cidades do mesmo porte, como Recife, foram convocados 600 aprovados.