Leite materno previne doenças, aumenta a imunidade e é o alimento perfeito para o bebê

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De 1° a 07 de agosto, mais de 120 países no mundo comemoram a Semana Mundial da Amamentação. A data foi criada em 1992 pela WABA (em português, Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno) com o objetivo de promover, proteger e apoiar o aleitamento materno. Em 2006, ela tem como tema central no mundo “Monitoramento do Código Internacional de Mercadização de Substitutos do Leite Materno”. Já no Brasil o tema será “Amamentação: Garantir esse direito é responsabilidade de todos”.

Segundo orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o aleitamento materno é importante até os dois anos de idade ou mais e deve ser o único alimento até os seis meses. Depois dos seis meses, além de leite materno, a criança necessita receber outros alimentos. A nutrição adequada nos primeiros anos de vida, de acordo com especialistas, é fundamental para que a criança desenvolva plenamente seu potencial humano, proporcionando a prevenção de doenças e possibilitando um crescimento físico e mental adequados.

São vantagens da amamentação: o leite materno tem a melhor adequação da necessidade de nutrientes, tais como água, gordura, proteínas e vitaminas; dá imunidade para a criança – previne diarréia, otite, pneumonia e alergias; através do leite materno, a criança ganha anticorpos da mãe, que a protege de muitas doenças; a amamentação tem um aspecto emocional, pela aproximação da criança com a mãe, elas ficam mais alegres, tranqüilas, menos violentas e mais interativas e o desenvolvimento crânio facial do bebê é totalmente interligado com o ato de sugar o seio durante a amamentação.

O leite materno também melhora o desenvolvimento psicológico, capacidade de aprendizado e acuidade visual da criança. Entre os benefícios para a mulher estão: regressão uterina mais rápida; auxilia o retorno ao peso inicial; previne o câncer de ovário, útero e mamas; diminui o risco da mãe sofrer hemorragia e anemia no pós-parto. É importante ressaltar ainda a diminuição de gastos com medicamentos, exames e hospitalização, além de gerar economia para a família, pois não precisa comprar comida para o bebê; fortalece os laços familiares através do apoio proporcionado às mulheres que amamentam seus filhos e é ecológico, pois não produz lixo como latas, plásticos, entre outros.