PAQ – Novas medidas com cara de nova reestruturação preocupam funcionários

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O Sindicato dos Bancários do Ceará tomou conhecimento do Programa de Adequação de Quadros (PAQ), assim como os funcionários, pelos boletins internos e pela imprensa. Não houve prévia negociação.


No dia 9/1, o Sindicato, através de seus diretores José Eduardo Marinho, Plauto Macedo, Jannayna Lima, Bosco Mota e Valdir Maciel, esteve reunido com o Superintendente do BB, Amauri Aguiar e representante da PSO, Jardel de Sousa, para tomar conhecimento e fazer questionamentos a respeito dos impactos do PAQ no estado do Ceará. O Superintendente local falou pelo BB e apontou os dados da reestruturação.


O Sindicato buscou em suas intervenções conhecer e negociar os impactos do programa no Ceará procurando garantir o acesso à informação a todos os envolvidos no processo. Queremos também garantir os direitos das grávidas e Pessoas Com Deficiência (PCD) e o direito dos funcionários da função 4940 em concorrer sem perda de direitos. Além do mais, queremos garantir que nenhum funcionário seja pressionado a tomar decisões antes do tempo previsto pelo regulamento.


O Sindicato conclama a todos os funcionários a ficarem atentos às mudanças e denunciarem em caso de descumprimento das regras gerais.

Programa de Adequação de Quadros (PAQ)

*    Continuação da mudança estrutural no atendimento negocial;

*    Não deve reduzir quadros;

*    Não haverá fechamento de dependência no Ceará;

*    Sistema derrubou todas as concorrências em 8/1/2018;

*    Não haverá remoção compulsória fora do município (critério para remoção dentro da praça será SAC Invertido);

*    As concorrências são nacionais;

* Existe um canal institucional para os funcionários tirarem suas dúvidas;

*    Assistente de Negócio – mais 15 vagas;

*    Estado – mais 21 escriturários;

*    Supervisor de Atendimento – Mais 8 vagas;

*    Gerente de PJ – 9 a menos em Fortaleza (o Estado ganha gerentes de PJ no geral).

Plataforma de Suporte Operacional (PSO)

*    8 caixas a menos – 3 escriturários a menos.

“Num ambiente de golpe de estado, de um governo ilegítimo, essas atitudes são entendidas como mais um ataque às empresas públicas impactando diretamente na vida dos trabalhadores”
José Eduardo Marinho, diretor do Sindicato e funcionário do BB