PCC/PCS são discutidos, mas Cassi e Previ não

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Em encontro realizado dia 26/1 em Brasília, a Comissão de Empresa recebeu propostas do Banco do Brasil para o PCC e PCS. No entanto, descumprindo o acordo, a direção do banco não discutiu as pendências da Previ e Cassi.

Na ocasião, a empresa expôs novos critérios de ascensão para o processo de comissionamento (PCC). Os funcionários teriam acesso diferenciado aos processos de qualificação, através, por exemplo, de concursos internos entre os pretendentes a comissões.

O modelo de valorização de carreira (PCS) agregaria tempo e mérito. A média salarial seria composta também por um percentual das comissões de cargos exercidos pelo funcionário, provisórios ou não. O tempo do primeiro interstício (do E1 para o E2), passaria de três para dois anos.

Os representantes dos funcionários exigiram uma agenda para debater o novo plano de metas chamado SINERGIA e a formulação do Acordo de Trabalho das agências, que influi diretamente no pagamento da PLR.

O diretor do Sindicato dos Bancários do Ceará, Leirton Leite, lembra que, antes de qualquer decisão, todas as propostas serão amplamente discutidas pelo funcionalismo. Ele adiantou que os sindicatos irão notificar o banco por descumprir a Cláusula nº 56 do Acordo Coletivo que previa a apresentação de proposta para a Cassi até o dia 31/12.