Saúde e segurança abrirão negociações com a Caixa

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Saúde do trabalhador e segurança bancária são os primeiros temas a serem debatidos entre os representantes dos empregados e a direção da Caixa Econômica Federal. A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e a Contraf/CUT se reúnem com os representantes da Caixa, na primeira rodada de negociações específicas da Campanha Nacional 2015, na quinta-feira, dia 27 de agosto, às 14h30, em Brasília (DF).


Nas reivindicações sobre o tema saúde destacam-se: pagamento do adicional de insalubridade para tesoureiro e caixa; combate aos assédios moral e sexual e a todas as formas de violência organizacional; a extensão da pausa de 10 minutos a cada 50 trabalhados a quem atende público, e trabalha com entrada de dados ou faz movimentos repetitivos; a emissão de CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) a todos os bancários do estabelecimento na ocorrência de assalto, entre outras.


Já para melhorar a segurança, os empregados querem a instalação de biombos entre os caixas e a fila de atendimento, vidros de proteção nos guichês de caixa e penhor e a elaboração de plano específico em unidades em áreas de risco. O objetivo é melhorar as condições estruturais das agências, com o aumento do número de empregados por setor e o atendimento das questões relativas à saúde e segurança.


No dia da reunião com a Caixa, na parte da manhã, às 9h30, a CEE/Caixa realiza um encontro preparatório, na sede da Fenae, em Brasília.


As negociações entre os representantes dos empregados e da Caixa terão o seguinte calendário: dia 27 de agosto (saúde do trabalhador e segurança bancária); dia 4 de setembro (Saúde Caixa, Funcef e aposentados); dia 11 de setembro (carreira, isonomia e organização do movimento); e dia 18 de setembro (contratação, condição de funcionamento das agências e jornada/Sipon).


“Nossas reivindicações refletem as necessidades dos trabalhadores e são perfeitamente factíveis de atendimento por parte do banco. Vamos com disposição para resolver todas as questões na mesa de negociação, por meio de diálogo e esperamos a mesma disposição da direção da Caixa”

Marcos Saraiva, diretor do Sindicato e membro da CEE/Caixa