Sindicato cobra do BNB e FitCard solução para operacionalização do Vale Cultura

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Em reunião realizada na segunda-feira, 2/3, na sede do Sindicato dos Bancários do Ceará, a entidade cobrou a imediata solução para os problemas apresentados pela Prime, empresa responsável pela operacionalização do Vale Cultura no BNB, através do FitCard. O encontro teve a participação de um dos sócios da empresa, Rodrigo Mantovani; de representante do Ambiente de Gestão de Pessoas, Eline Gurgel; e dos diretores do Sindicato, Tomaz de Aquino, Pedro Moreira, Carmen Araújo, Cláudio Rocha, Océlio Silveira e Mateus Neto.


Na ocasião, os dirigentes sindicais cobraram do Banco e da FitCard explicações para o fato de o Vale Cultura – benefício conquistado pelos benebeanos em 2013, somente regulamentado em 2014 – não ser aceito na maioria dos estabelecimentos que comercializam produtos culturais no Nordeste. Segundo a empresa, há dificuldade de credenciamento devido a pouca divulgação do benefício entre os prestadores e vendedores de serviços da área.


O BNB informou que exigiu no contrato com a operadora do Vale Cultura o credenciamento de 400 pontos de venda de produtos e serviços culturais, mas até o final de janeiro deste ano, a Prime/FitCard havia formalizado oficialmente ao Banco o credenciamento de apenas 100 estabelecimentos.


O Sindicato dos Bancários do Ceará defendeu na ocasião o fim do contrato com a atual operadora e a imediata convocação da segunda colocada na licitação feita pelo BNB. “Essa medida é urgente, pois as reclamações são muitas em toda área de atuação do Banco, onde cerca de 1.500 funcionários têm direito ao benefício, mas não podem usufruir”, declarou Tomaz de Aquino, diretor do SEEB/CE e coordenador da Comissão Nacional dos Funcionários do BNB.


Para Tomaz, a substituição não é garantia de solução do problema, pois sequer o nome da segunda operadora classificada foi divulgado.


“A substituição da empresa é o que de mais imediato se pode cobrar do Banco, a fim de que o benefício de R$ 50,00 mensais por beneficiário, acumulado desde setembro do ano passado, possa vir a ser utilizado. Caso contrário, teremos que ingressar com ação judicial contra o Banco por descumprimento de Acordo Coletivo de Trabalho”
Tomaz de Aquino, diretor do Sindicato e coordenador da CNFBNB