
O Sindicato dos Bancários do Ceará, na qualidade de membro da CNFBNB/Contraf-CUT , criticou mais uma vez na mesa essa postura submissa da direção do BNB, principalmente considerando o tratamento dispensado pela administração do Banco do Brasil e CEF aos seus trabalhadores, sem se curvar às imposições do DEST.
A revisão do PCR já tem proposta consensuada através de trabalho realizado por comissão paritária, mas arrasta-se há meses sem qualquer previsão concreta de implantação. Quanto ao tema isonomia, a desculpa é a mesma: não há autorização para criação do benefício de licença-prêmio para os novos funcionários.
De concreto mesmo, a negociação trouxe apenas o compromisso da direção do BNB em divulgar na próxima semana uma nova política de crédito para o funcionalismo, abrangendo a repactuação de dívidas e a extinção do teto de cinco salários na concessão de financiamento para veículos.
A novela do ponto eletrônico teve mais um capítulo sem perspectiva de finalização, pois somente agora iniciou-se a fase de testes do Registro Eletrônico de Ponto (REP).
A Contraf-CUT e o SEEB/CE foram firmes em cobrar soluções para as questões de Previdência, Saúde e Terceirização. Obtiveram do Banco a promessa de iniciar debates sobre esses temas no próximo dia 12/1, envolvendo os itens: ativos aposentados pelo INSS; recriação do Fundo de Assistência Médica e dimensionamento da terceirização do BNB.