Outros Toques

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Extrema pobreza

A extrema pobreza se tornou uma dura realidade para 31,7 mil cearenses em 2019. De acordo com dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Ministério da Cidadania referentes a junho deste ano, 1.207.487 pessoas no Estado sobrevivem com renda familiar per capita de até R$ 89,00/mês. Com o número, o Estado ocupa a 4ª posição entre as unidades da Federação com os maiores índices de extrema pobreza. As três primeiras colocações ficaram com Bahia (1,82 milhão de pessoas); São Paulo (1,41 milhão) e Pernambuco (1,15 milhão).

Ladeira abaixo

A diminuição da atividade econômica, com altas taxas de desemprego e queda na produção industrial está colocando a economia brasileira na corda bamba. Com oito meses de governo Bolsonaro, apostou-se tudo na reforma da Previdência, que restringe o acesso e reduz o valor dos benefícios, reduzindo ainda mais o poder de compra da população. Além da falta de propostas para o aumento de nível de consumo e da retomada do crescimento, está em vigor a PEC do Congelamento dos Gastos, que impede os investimentos públicos. Em junho, o desemprego atingiu mais de 12,8 milhões de trabalhadores. Já a indústria nacional registrou em junho o segundo mês negativo, com queda de 0,6%, segundo o IBGE.

Desesperança

Um quarto dos trabalhadores (26,2%) desempregados no 2º trimestre no Brasil, o que equivale a 3,347 milhões de pessoas, estão procurando emprego há pelo menos 2 anos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE. O desemprego ainda atinge 12,8 milhões de trabalhadores. A subutilização atinge 28,4 milhões de brasileiros que poderiam e querem trabalhar mais horas e não conseguem; e o desalento bateu a porta de 4,9 milhões que nem procuram mais recolocação.

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