Outros Toques

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Universidades na penúria

As universidades federais brasileiras podem ter que paralisar as atividades em cerca de três meses se não houver uma suplementação orçamentária que recomponha os recursos pelo menos ao patamar de 2020. A avaliação é da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino (Andifes). Este ano, a rede federal de educação superior possui R$ 4,3 bilhões previstos para gastos discricionários, como água, luz, segurança, investimentos e pagamentos de bolsas a estudantes vulneráveis. O valor, no entanto, é 18% menor do que o orçamento de 2020, o que corresponde a cerca de R$ 1 bilhão. Uma parte desse recurso de R$ 4,3 bi, no valor de R$ 789 milhões, está bloqueada aguardando liberação por parte do governo.

Pfizer para adolescentes

A Anvisa informou dia 11/6 que autorizou o uso da vacina da Pfizer contra a covid-19 para adolescentes de 12 anos a 15 anos. O imunizante já estava autorizado para pessoas com 16 anos ou mais. Com a decisão, a bula da vacina passará a indicar a nova faixa etária, a partir de 12 anos. A vacina é a única entre as autorizadas no Brasil com indicação para menores de 18 anos. O uso do imunizante da Pfizer em adolescentes já é permitido nos Estados Unidos desde o dia 10/5.

Em queda livre

Com a vacinação em ritmo lento e o andamento dos trabalhos da CPI da Covid no Senado Federal, a rejeição a Bolsonaro ficou em 49%, segundo pesquisa divulgada dia 11/6, da EXAME/IDEIA. Nunca antes na série histórica, medida desde o início do governo, a desaprovação ficou por tanto tempo com um valor próximo aos 50%. O patamar foi alcançado no dia 25 de março. Para o fundador do IDEIA, Maurício Moura, a vacinação lenta é o motivo pela desaprovação do presidente estar tão alta por tanto tempo. Outro ponto que expõe negativamente o governo de Bolsonaro é a CPI que investiga ações e omissões do governo federal durante a pandemia.

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