Sindicato realiza lançamento de cartilha sobre a violência doméstica na OAB/CE

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Nesta quarta-feira, dia 17/8, o Sindicato dos Bancários do Ceará e o Comitê de Mulheres Bancárias Ana Dantas participaram do lançamento da Cartilha sobre a Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher, que aconteceu na sede da OAB/CE. O evento fez parte da programação do Agosto Lilás, mês em que se comemora os 16 anos da Lei Maria da Penha (lei nº 11.340/06).

A Cartilha é fruto de um projeto realizado pelo Sindicato dos Bancários do Ceará, em parceria com a Comissão da Mulher Advogada da OAB – Secção Ceará. A publicação representa um instrumento de auxílio para mulheres em situação de risco e/ou de violência doméstica, bem como representa a prestação de um efetivo apoio e aconselhamento jurídico para compreensão de seus próprios direitos e de roteiro para adoção das providências necessárias e urgentes em situação de violência.

A secretária de Igualdade e Diversidade do Sindicato, Francileuda do Nascimento, destacou que esse é um importante instrumento na luta pela transformação da sociedade, com proteção ao direito das mulheres buscado o fim dessa sociedade machista e misógina. Ela aproveitou para dar um recado importante aos homens: “não riam de piadas machistas, não tentem silenciar as mulheres, não as menosprezem, isso vai contribuir para evoluirmos enquanto sociedade”, finalizou.

O presidente do Sindicato dos Bancários do Ceará e da Fetrafi/NE, Carlos Eduardo, enfatizou que a luta pelos direitos das mulheres é de toda a sociedade, com o objetivo de transformar a vida das pessoas. “Para termos justiça social, precisamos construir isso juntos”, destacou. Dessa forma, ele se comprometeu a, através da Federação do Nordeste, levar a cartilha para o âmbito nacional, abrindo portas para oferecer meios de proteção. “Essa cartilha é uma arma de luta política, conscientização e informação é luta política”, ressaltou.

Por fim, a vice-presidente da OAB/CE, Christiane Leitão, se emocionou ao falar do projeto e afirmou que as portas da entidade estarão sempre abertas para esse tipo de iniciativa. “Só vamos mudar essa visão machista de sociedade se pensarmos políticas públicas para mulheres. Nós precisamos ser a mudança que queremos e essa cartilha nos oferece o melhor que podemos dar às pessoas: conhecimento. E que venham mais ações como essa, para mostrar que através da união podemos construir o mundo que queremos”, concluiu.

Clique aqui para ver a versão digital da Cartilha.

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