CEE/Caixa reivindica proteção pros empregados

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A Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa) enviou um ofício, na última sexta-feira (7/1), para a vice-presidenta de Estratégia e Pessoas da Caixa, Magda Lucia Dias Cardoso de Carvalho, para reivindicar a marcação de uma reunião. Na pauta, a discussão de novos protocolos mais rigorosos de prevenção contra a Covid-19 e também da influenza. Além de reforçar a ampla divulgação e aplicação dos protocolos vigentes.

“É alarmante o aumento do índice de contaminação pelo coronavírus, além da nova variante da influenza. Neste contexto, recebemos muitas denúncias de contaminação ou suspeita de contaminação de empregados e colaboradores por todo o Brasil, além do descaso de gestores quanto ao cumprimento dos protocolos vigentes”, afirmou Fabiana Uehara Proscholdt, coordenadora da CEE/Caixa e secretária da Cultura da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). “Todo a população está exausta de usar máscaras, higienizar as mãos, entre outros cuidados. Isso não é diferente entre os empregados e empregadas da Caixa. Entretanto, é papel do banco a fiscalização e o cumprimento dos protocolos, com vistas a promoção da saúde e de atuação de prevenção”, completou

A CCE/Caixa reivindica ainda a ampliação do home office, colocação imediata de todos os empregados com suspeita e casos confirmados de Covid-19 em quarentena, aplicação de testes nos demais empregados das unidades em que houve suspeita ou confirmação de casos de infecção por Covid-19 e fornecimento de EPIs, como máscaras e álcool em gel para unidades, com urgência.

“Em visitas às unidades e contatos com os colegas, recebemos relatos de que há falta de álcool em gel em diversas unidades e, que, apesar de o AD013 prever a compra de máscaras e álcool com recursos do pronto-pagamento, esta verba tem sido reduzida para valores pré-pandemia”, finalizou Fabiana.

Fonte: Contraf-CUT

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