CEF: GDP não serve para Promoção por Mérito

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Na quarta-feira, 22/5, aconteceu mais uma reunião da Comissão Paritária da Promoção por Mérito. Na ocasião, foram retomadas as discussões sobre critérios para a promoção por merecimento 2019/2020.

Na reunião, a Caixa trouxe enfim informações dos impactos da promoção por mérito 2019, ano base 2018, e trouxe a proposta de novos critérios para 2020, ano base 2019. Segundo o banco, os critérios foram construídos a partir de análises de mercado realizadas com outras empresas públicas e levando em conta que, na sua avaliação, os empregados tem dificuldade em fazer a distinção entre a “avaliação subjetiva” da promoção por mérito e a “avaliação do estilo” da GDP. Na proposta do banco, os deltas seriam distribuídos ao empregado que obtiver o desempenho consolidado na GDP nos quadrantes eficaz, superior em estilo, superior em resultado e excepcional. No último ciclo do instrumento, os empregados que não ocupam função gratificada/cargo comissionado efetivo foram incluídos, passando, pela primeira vez, a ser aplicado para todos.

Entretanto, os representantes dos empregados consideram que o GDP não é uma ferramenta adequada para promoção. Atualmente, a nota da GDP já define a participação em PSI’s e descomissionamentos. O resultado do instrumento, de acordo com a Caixa, é disponibilizado sempre após o fechamento do balanço do banco, o que extrapola o prazo definido para o pagamento dos deltas, que é janeiro. Além disso, por entender que se trata de instrumento de gestão, a Caixa não discute o conteúdo da GDP com a representação dos empregados. Portanto, não é a ferramenta adequada para promoção. Os representantes dos empregados vão se reunir para debater a proposta da Caixa e formular uma contraproposta a ser apresentada na próxima reunião da Comissão Paritária, agendada para 4/6.

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