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Pesquisa para saber situação da categoria durante a pandemia

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) lançou uma pesquisa para saber como está o funcionamento das agências bancárias por todo o Brasil. A pesquisa é também uma forma de fiscalizar se os bancos estão tomando os cuidados que se comprometeram na negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos. Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e uma das coordenadoras do Comando Nacional, reforça que a participação da categoria é importante para que a o comando consiga ter uma análise o mais próxima possível da realidade e, assim, cobrar dos bancos ações efetivas para a melhoria da situação. A ideia é fazermos estas enquetes a cada semana ou a cada 15 dias. Responda a pesquisa pelo link: https://pt.surveymonkey.com/r/N8DCYKD.

Profissionais de saúde e o descaso do governo

Pode faltar profissionais da saúde se nada for feito para mudar o cenário que o país está vivendo no setor. Está é a angústia de milhares de representantes de sindicatos, federações, confederações de trabalhadores do país e da Internacional de Serviços Públicos (ISP), entidade que representa 30 milhões de empregados no mundo, em 700 entidades e 154 países. É isso o que revela uma pesquisa nacional, voluntária e digital, feita pela ISP no Brasil, integrada com a Campanha Internacional “Trabalhadoras e Trabalhadores Protegidos Salvam Vidas”. A falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), como máscaras, aventais e luvas, além das intensas jornadas de trabalho têm levado muitos trabalhadores da saúde a adoecerem, serem afastados e até mortos pela doença. Das pessoas que responderam o questionário, 37% estão trabalhando 8h/dia, 28% 6 horas, 25 % estão trabalhando todos os dias 12 horas e 10% estão trabalhando, diariamente, mais de 12 horas por dia no atendimento à população, sendo que a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de que a jornada de trabalho em saúde seja de no máximo 6 horas diárias.

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