Outros Toques

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Pazuello reprovado

Um ano após o início da pandemia, mais de 230 mil mortes, a atuação do Ministério da Saúde, sob gestão de Eduardo Pazuello, é desaprovada por 78,5% por médicos entrevistados em pesquisa da AMB (Associação Médica Brasileira), divulgada dia 2/2. Foram ouvidos 3.882 médicos de todas as regiões do país por meio de questionário on-line. Pesquisa anterior da Associação Paulista de Medicina mostra que, em abril/20, ainda sob o comando de Mandetta, a aprovação batia em 72%. Oito em cada dez entrevistados relatam que as UTIs estão mais lotadas e 17,7% apontam que isso já compromete a qualidade da assistência. Na região Norte, 21,3% têm essa percepção, e, no Amazonas, 54,5%.

Distribuição de vacinas prejudicada

Servidores encarregados de receber as remessas das vacinas contra a Covid-19 e os insumos necessários para sua fabricação têm reclamado de problemas na logística, como itens errados, atrasos nas entregas e desorganização na comunicação. A informação foi publicada na Folha de S. Paulo de 31/1. A má-gestão de todas as vacinas, soros, medicamentos, praguicidas, kits para diagnóstico laboratorial e outros insumos do Ministério da Saúde, incluindo os da Covid-19, é uma das consequências nefastas da privatização, já que o trabalho foi entregue a uma empresa privada durante o governo do golpista Temer, que fechou a Central Nacional de Armazenagem e Distribuição de Imunobiológicos (Cenadi), para contratar a VTCLog, do grupo Voetur.

AstraZeneca

A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelos britânicos AstraZeneca e Universidade de Oxford reduz a transmissão do vírus em 67% desde a primeira dose – aponta uma análise dos testes clínicos divulgada dia 3/2. Este estudo indica que as pessoas vacinadas não estão apenas protegidas contra sintomas graves da doença, mas têm menos probabilidade de se infectar. Contra as infecções, o estudo mostra uma eficácia de 76% após a 1ª dose, que se mantém por três meses. A eficácia sobe para 82% após uma segunda dose injetada três meses depois.

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